Caso Orelha: imagens de câmeras exibidas pela Record geram críticas ao Fantástico
Reportagem do Domingo Espetacular exibiu imagens de câmeras de segurança que contradizem versão apresentada no Fantástico e gerou forte repercussão nas redes sociais
Crédito: TV Globo / Reprodução / TV Record A reportagem exibida pelo Fantástico, neste domingo (2), sobre a morte do cachorro Orelha provocou forte reação negativa nas redes sociais. Durante a matéria, a delegada de Proteção Animal, Mardjoli Valcareggi, afirmou que não existiam imagens de câmeras de segurança nem testemunhas do crime. Internautas criticaram a reportagem, acusando o programa de “passar pano” para os responsáveis e questionando a fala da delegada. “Temos aqui, pela primeira vez, o que é chamado de crime perfeito”, disse um internauta.
A declaração foi imediatamente contestada por usuários nas redes, que acusaram a reportagem de minimizar a gravidade do caso. A indignação aumentou quando o Domingo Espetacular, da Record TV, exibiu uma investigação própria sobre o mesmo episódio, apresentando imagens de câmeras de segurança que contradizem diretamente a versão exibida no programa da Globo.
Segundo a reportagem da Record, as imagens mostram que um dos adolescentes apontados como suspeitos estava no local exato e na data da morte do animal. O programa também exibiu outro vídeo que registraria o momento em que um porteiro teria sido coagido por familiares de um dos suspeitos, o que levantou questionamentos sobre possível intimidação de testemunha.
A repercussão nas redes sociais foi imediata. Internautas elogiaram a abordagem do Domingo Espetacular e compararam negativamente as duas reportagens.
“Domingo Espetacular dando uma aula para o Fantástico no caso Orelha”, escreveu um usuário.
“O Domingo Espetacular fez o que se espera de uma grande reportagem: contextualizou, ouviu todos os lados e, principalmente, apresentou prova concreta. A informação de que um dos adolescentes estava no mesmo local e horário muda totalmente o peso da narrativa”, comentou outro.
Diante das contradições e da divulgação de novas imagens, usuários passaram a pedir a federalização do caso, alegando falhas na condução da investigação local e cobrando mais rigor e transparência das autoridades.






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