Lucas Magalhães é absolvido por homicídio no caso Yasmin Fontes, mas condenado por crimes com arma em regime semiaberto
Júri também absolveu o réu da acusação de fraude processual; ele foi condenado por porte ilegal e disparo de arma de fogo e poderá recorrer em liberdade
Crédito: acervo pessoal O Tribunal do Júri de Belém absolveu, nesta terça-feira (25), Lucas Magalhães das acusações de homicídio e fraude processual no caso envolvendo a morte da influenciadora digital Yasmin Fontes Cavaleiro de Macêdo. Ele, no entanto, foi condenado pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma de fogo.
A pena total aplicada foi de 4 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicialmente semiaberto. Lucas terá o direito de recorrer em liberdade.
O julgamento ocorreu no Fórum Criminal de Belém e começou por volta das 8h30, com a sentença sendo anunciada aproximadamente às 22h15. Ao longo do dia, foram ouvidas testemunhas, peritos da Polícia Científica e representantes do Ministério Público. Também foram apresentados esclarecimentos e manifestações relacionados às circunstâncias da morte de Yasmin.
Yasmin desapareceu durante um passeio de lancha no rio Maguari, em Belém, no dia 12 de dezembro de 2021. O corpo da jovem foi encontrado no dia seguinte.
Lucas era o proprietário da embarcação utilizada no passeio, que reunia 19 pessoas. Ele foi preso cerca de 11 meses após a morte da influenciadora, acusado de homicídio por dolo eventual, fraude processual, porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma de fogo.
Em março de 2023, Lucas foi colocado em liberdade por determinação da Justiça e aguardava o julgamento em liberdade.
Com a decisão do Tribunal do Júri, ele foi absolvido das acusações relacionadas à morte de Yasmin e à fraude processual, mas recebeu condenação pelos crimes envolvendo arma de fogo.




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