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Belém,19/03/2026

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Relato de Karina Lucco destaca impactos da alopecia na autoestima feminina

Relato de Karina Lucco reacende debate sobre saúde capilar feminina e impactos emocionais da queda de cabelo


Relato de Karina Lucco destaca impactos da alopecia na autoestima feminina Crédito: Reprodução

A decisão da educadora física Karina Lucco de cortar os próprios cabelos e compartilhar o momento nas redes sociais trouxe à tona uma realidade ainda cercada de silêncio e estigmas. Mãe do cantor Lucas Lucco, ela revelou recentemente ter sido diagnosticada com alopecia areata, condição autoimune que provoca a queda repentina dos fios e pode afetar profundamente a autoestima.


O vídeo, marcado por emoção e coragem, mobilizou seguidores e ampliou a discussão sobre um tema que ultrapassa a estética. Entre mulheres, a perda de cabelo costuma carregar forte valor simbólico, ligado à identidade e à feminilidade, o que intensifica os impactos emocionais do quadro.


De acordo com a médica especialista em estética, Dra. Fernanda Nichelle, a alopecia areata ocorre quando o sistema imunológico passa a atacar os próprios folículos capilares, provocando falhas localizadas ou até perdas mais extensas. “Não é apenas uma questão estética. Existe um impacto psicológico importante, que precisa ser acolhido junto ao tratamento clínico”, explica.


A especialista destaca que há diferentes tipos de alopecia feminina, com causas variadas. A alopecia androgenética, por exemplo, é a forma mais comum e está relacionada a fatores hormonais e genéticos, sendo conhecida como calvície feminina. Já a alopecia de tração surge a partir de penteados muito apertados, que comprometem a linha capilar ao longo do tempo.


Outro tipo é o eflúvio telógeno, caracterizado por queda intensa dos fios após alterações hormonais, como no pós-parto, durante a amamentação, em dietas restritivas ou em períodos de estresse. Em alguns casos, o quadro pode se tornar crônico.


Apesar das diferentes origens, a médica ressalta que existem tratamentos capazes de controlar a queda e estimular o crescimento capilar. “O mais importante é buscar avaliação precoce e seguir um plano individualizado, respeitando as características de cada paciente”, orienta.


Para a especialista, relatos como o de Karina Lucco são fundamentais para ampliar o debate e reduzir o estigma em torno da queda de cabelo. Ao expor sua vivência, ela contribui para que mais pessoas se reconheçam no problema e busquem ajuda especializada.




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