Brasileira assume distribuição de cartazes contra Flávio Bolsonaro nos EUA e provoca extrema direita
Ação durante o Halloween pediu a deportação do brasileiro; mulher ironizou críticas e afirmou que continua livre, apesar de ter marcado a agência de imigração americana nas redes sociais
Crédito: acervo pessoal A distribuição de cartazes com a imagem de Flávio Bolsonaro e a palavra “PROCURADO” em cidades dos Estados Unidos foi realizada por uma brasileira identificada nas redes sociais apenas como Kupalua. A ação aconteceu no sábado (31), durante o Halloween, e chamou atenção ao pedir que o brasileiro fosse deportado do território americano.
Após a repercussão dos registros, Kupalua publicou um vídeo comentando a mobilização e provocando apoiadores da extrema direita. Na gravação, ela afirmou que marcou a ICE (Agência de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) em diversas plataformas digitais e ironizou o fato de ainda não ter sido abordada pelas autoridades.
“Alô, pessoal da extrema direita! Taguei a ICE em tudo que é plataforma da Kupalua. A ICE ainda não me pegou, eu tô aqui ainda livre”, declarou.
Em tom de provocação, a brasileira incentivou que os internautas continuassem marcando o perfil da agência americana. Ela também mencionou seu canal no YouTube e seu perfil no Spotify, convidando os críticos a conhecerem seus conteúdos.
“Gente, tagueia mais! Vocês estão tagueando pouco. Não para de taguear a ICE. Tagueia, tagueia, tagueia mais”, afirmou.
Os cartazes distribuídos apresentavam Flávio Bolsonaro como procurado e faziam acusações relacionadas a supostos crimes contra a democracia. A manifestação também questionava sua permanência nos Estados Unidos.
A ação ocorre em meio à repercussão da saída de Flávio do Brasil após o resultado das eleições presidenciais, nas quais foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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