“Confusão foi criada por omissão de Nunes Marques”: ministro indicado por Bolsonaro é chamado de “pior presidente da história do TSE” por internautas
Jornalista relata que demora na decisão sobre o horário de votação prolongou o impasse eleitoral; nas redes sociais, internautas criticaram a atuação do ministro indicado por Jair Bolsonaro
Crédito: Lula Marques / Agência Brasil A jornalista Miriam Leitão afirmou neste domingo (25) que a demora na tomada de decisões por parte de ministros da Justiça Eleitoral contribuiu para prolongar a confusão envolvendo o horário de votação no segundo turno das eleições presidenciais.
Durante comentário ao vivo, Miriam disse ter conversado com duas fontes do Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar o que aconteceu. Segundo ela, uma das fontes atribuiu o prolongamento da situação à suposta omissão do ministro Nunes Marques, que teria recebido informações sobre os problemas ainda no início do dia, mas não teria tomado uma decisão naquele momento.
De acordo com o relato da jornalista, houve inicialmente um pedido apresentado pela coligação do PT. Como não teria ocorrido uma resposta imediata, o caso foi encaminhado posteriormente ao ministro Edson Fachin e, em seguida, ao ministro Cristiano Zanin.
Miriam afirmou que Zanin só recebeu o caso por volta das 16h40 e tomou uma decisão quando diversas seções eleitorais já estavam encerrando a votação. A jornalista destacou que a demora tornou a situação mais complexa, exigindo uma solução para lidar com as urnas que já haviam sido fechadas e aquelas em que os eleitores ainda aguardavam para votar.
Internautas criticam condução do episódio
Nas redes sociais, internautas também passaram a criticar a atuação de Nunes Marques na condução do caso. Entre os comentários, usuários chegaram a classificá-lo como o “pior presidente da história do TSE”, em referência à atuação atribuída ao ministro durante o episódio.
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