Lia Mendonça, do vídeo do búfalo esfolado, publica elogios a si mesma: “Visibilidade para o Norte nem Joelma e Fafá de Belém conseguiram”
Publicação traz comparações com Joelma e Fafá de Belém e exalta o papel da influenciadora na divulgação do Pará
Crédito: Divulgação / Lia Mendonça Em meio à repercussão da polêmica envolvendo a exibição de um búfalo abatido no Marajó, a influenciadora paraense Lia Mendonça publicou nesta quinta-feira (16) um vídeo reunindo elogios direcionados a ela.
Nas mensagens compartilhadas pela própria influenciadora, Lia é chamada de “rainha do Pará” e apontada como responsável por popularizar elementos da cultura amazônica para pessoas de outras regiões do Brasil.
Em um dos trechos, uma apoiadora afirma que Lia estaria apresentando tradições e costumes da região para públicos que antes desconheciam aspectos da cultura local.
“A Lia tá exaltando a nossa cultura de um nível que vocês não sabem o que é. Ela tá levando a nossa cultura pra pessoas que não conheciam, que não sabiam nem o que era turu, e hoje passam a saber o que é turu por causa da Lia”, afirma o áudio.
As declarações também fazem comparações com artistas que há décadas divulgam a cultura paraense em âmbito nacional. Uma das mensagens reproduzidas pela influenciadora afirma que nem mesmo Joelma e Fafá de Belém teriam alcançado o mesmo nível de visibilidade para o Norte do país.
“Nem a Joelma do Calypso conseguiu. Nem Fafá de Belém conseguiu”, diz outro trecho compartilhado no vídeo.
A publicação ocorre poucos dias após a repercussão negativa envolvendo o vídeo gravado em Soure, no arquipélago do Marajó, que mostrou um búfalo abatido sendo utilizado em uma ação para produção de conteúdo digital. O caso gerou críticas de moradores, entidades de proteção animal, autoridades e do Ministério Público do Pará.
Após a repercussão, Lia apagou o vídeo original e divulgou um pedido de desculpas aos marajoaras que se sentiram ofendidos. No pronunciamento, ela afirmou que seu objetivo era mostrar o “Pará raiz” e declarou que muitas pessoas estariam acostumadas a ver uma versão “gourmetizada” do estado.
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