Eliminação do Brasil gera teoria envolvendo Vinícius Júnior, aposta esportiva e pênalti desperdiçado
Especulação ganhou força nas redes sociais após a eliminação do Brasil para a Noruega; Ancelotti afirmou que a escolha do cobrador foi definida previamente por critérios técnicos
Crédito: Divulgação A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 continua repercutindo nas redes sociais. Nos últimos dias, uma teoria envolvendo Vinícius Júnior, a BetNacional e o pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães durante a partida ganhou força entre internautas e criadores de conteúdo.
As especulações surgiram após usuários apontarem que Vinícius Júnior é embaixador da BetNacional, empresa que promovia uma campanha relacionada ao mercado de gols do atacante. A promoção aumentava a premiação para apostadores que acreditassem que o camisa 7 marcaria durante o tempo regulamentar do confronto.
O assunto ganhou ainda mais visibilidade após um vídeo publicado pelo influenciador Jonathan Nemer. Na gravação, ele mostra imagens de uma publicidade da casa de apostas exibida antes da partida e questiona o fato de Vinícius Júnior ter entregado a bola para Bruno Guimarães no momento da cobrança.
“Se ele faz aquele gol, ele gera um prejuízo monstruoso para a empresa que patrocina ele. Talvez ele até pensou: ‘e agora, bato ou não bato?’. Será que houve alguma conversa antes? Será que isso explica por que ele não finalizou tanto?”, questionou o influenciador.
Apesar das especulações, não existe qualquer prova pública de manipulação do resultado, interferência da casa de apostas ou orientação para que Vinícius Júnior deixasse de cobrar o pênalti.
Após a partida, o próprio atacante negou que tenha recusado a cobrança e afirmou que a decisão foi tomada pela comissão técnica. O técnico Carlo Ancelotti também confirmou a versão e explicou que a ordem dos cobradores havia sido definida previamente com base em estatísticas internas da Seleção Brasileira.
Segundo o treinador, Bruno Guimarães apresentava o melhor aproveitamento em cobranças de pênalti entre os jogadores que estavam em campo naquele momento, motivo pelo qual foi escolhido para executar a penalidade.
A discussão, no entanto, reacendeu o debate sobre a participação de atletas profissionais em campanhas publicitárias de casas de apostas. No vídeo, Jonathan Nemer criticou a prática e defendeu que jogadores que podem influenciar partidas não deveriam promover empresas do setor.
“Não é no mínimo incompatível e moralmente antiético um jogador divulgar casas de apostas? Jogador que pode influenciar no resultado”, afirmou.
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